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sábado, 5 de junho de 2021

Histórias de Terror Reais - Relatos sobrenaturais




A história que vou contar aconteceu comigo quando tinha uns 10 anos. Eu tenho um vizinho que é da minha idade e sempre fomos melhores amigos, e ainda somos até hoje. Eu ia dormir na sua casa quase todo fim de semana, pois ele era filho único e sua mãe gostava de ter outras crianças em casa, além disso ela era muito amiga da minha mãe. Um dia nós decidimos brincar de acampamento e fizemos uma barraca com cadeiras e lençóis. Nós ficamos la dentro jogando baralho. Foi ficando tarde e nós ficamos com fome, ele saiu da barraca e foi pra cozinha pegar alguma coisa pra gente comer.

De repente eu olho pra porta e vejo a silhueta de um rapaz através do lençol.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Ela veio me visitar?

Escrita por: Oliveira.

Olá, Irei me identificar somente como Oliveira, acho que já é o suficiente. Eu sempre gostei muito do sobrenatural, no entanto eu sempre gostei de ouvir, e não de presenciar. Hoje, irei contar somente um pequeno e recente fato que me aconteceu no mês de Maio de 2017.

Como de costume eu estava mexendo no PC já de madrugada e meus pais foram sair a noite. Eu costumo ficar horas no computador trabalhando, porém eu nunca deixo ultrapassar as 3 horas da manhã. Eu acredito que o nome "hora morta" não seja dado a toa para o horário das 3 da manhã.

Já era tarde, umas 2:45 e eu já ia me deitar, estava salvando os meus projetos e desligando o meu Computador, quando a porta do quarto da minha mãe faz um barulho muito alto, a porta era aquelas sanfonadas e estava aberta, é como se algo grande ou bem atrapalhado tivesse batido na porta enquanto passava.

Na hora eu gelei, não sabia se aquilo realmente aconteceu, mas era impossível a porta sanfonada se esbarrar com o vento. Não daquele Jeito! Mas tentei ignorar o fato.

Foi aí que a coisa piorou, um cheiro absurdamente forte de vela estava se espalhando pelo piso superior da minha casa, onde se encontrava o meu quarto e o da minha mãe. Na hora me arrepiei por inteira, não consegui olhar para o lado. Para ajudar, meu quarto era sem porta e de frente para o corredor. Olhei para minha irmã e ela estava dormindo, e aquele cheiro parecia caminhar em minha direção.

Imediatamente liguei para  meu namorado e contei o que aconteceu, nisso minha irmãzinha acordou e disse :

-"Que cheiro é esse?"

E o cheiro só aumentava, meu namorado disse para me tranquilizar, e perguntou se eu gostaria que ele viesse em casa, eu disse que não precisa, afinal morávamos 20 minutos de distância, e seja lá o que for que estava em casa, eu não gostaria de ver, afinal teria que descer para o piso térreo para abrir a porta pra ele.

Com muito medo coloquei Os Simpsons para assistir no Youtube, afinal quando estamos com medo sempre ligamos algo para "fazer companhia".

Minha irmã pedindo para mim abaixar o volume, me contou algo que me arrepiou por inteira.

- "Abaixa o Volume Por favor, eu quero dormir"

Eu -"Você está sentindo esse cheiro ?"

-"Tô, Você sabia que hoje é aniversário da vó? Sinto Saudade dela!"

E foi ai que eu fiquei sem reação nenhuma, minha avó faleceu em 2011. Eu não recordava que era aniversário dela. Pode ser coincidência, ou pode ser que ela tenha vindo para o Parabéns.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Artefato



Escrito por: Leandro Aparecido de Souza

Noites com nevoeiro são perturbadoras em qualquer lugar. Mas no bairro de Marsilac elas têm sempre uma pitada a mais de horripilante. O lugarejo fica numa área de preservação ambiental no extremo sul da capital paulista, já vizinha do litoral. A mata atlântica permanece intocada. Além de tudo, está localizada entre duas represas, a Guarapiranga e a Billings, o que contribui para que a região seja mais nebulosa ainda, devido aos vapores constantes.

Mas de forma especial, nesse dia em que Alexandre voltava da faculdade, quase não se conseguia ver um braço a frente dos olhos. O professor tinha segurado a turma um pouco mais, e sendo a instituição localizada mais ao centro da cidade, já passava muito da meia-noite quando chegou a Marsilac.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Alma Perturbada

Lendas Urbanas

Escrita por: Iago Effting

Vou lhes narrar parte de minha vida, memórias de um antigo eu que se esvaia a cada segundo. Tenho medo de por aqui minhas palavras, já não estou mais sozinho, algo me observa e eu sei quem é, e logo, vocês também saberão.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Gravata Suicida

Escrita por: Guilherme Cury



Então de repente o alarme toca, a suave música clássica era a única parte calma do meu dia, que irônico, o começo é sempre mais suave que o fim, talvez pela inocência de esperar algo novo, algo diferente, talvez pela esperança de mudança, mas no fim, era a mesma música, a mesma esperança, o mesmo dia.
Me levantei, e como de costume, fui para o banho, escovei os dentes, coloquei o terno, ah como eu odeio o terno, o símbolo da opressão, do fim da individualidade, dentro dele somos todos iguais, a única peça que nos diferencia é a gravata, azuis, brancas, pretas, pratas, até amarelas, tudo que te diferencia do mundo, ter sua personalidade reduzida a uma gravata, que situação.
Minha mulher já estava de pé, fazendo o café, arrumando a mesa, já haviam alguns anos que não nos beijávamos mais, nem um bom dia, nem um ‘querido’, a relação não passava de formalidade, de necessidade, ‘feitos um pro outro mas por exclusão’.
-Bom dia querida.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Insônia - Conto de Terror

Lendas Urbanas
Escrita por: Artur Barros

Não deveria escrever, mas talvez, assim consiga descansar. Nunca senti tanto medo como agora. Talvez ninguém chegue a ler, e como qualquer outro papel, isso vá para o lixo. Não espero a piedade nem a pena de quem estiver lendo. Apenas esclareço o que aconteceu aqui, pois eu não ficarei para explicar. Não se pode mudar o que está feito, os motivos só interessam a mim, apesar de não sabê-los ao certo. Portanto, explicarei somente os fatos e não explicarei os porquês. A garota que encontrará no sótão é minha filha, espero que tenha o cuidado de arrancar o arame de seu pescoço antes de desamarrá-la da cadeira. Certamente, você irá concordar comigo que ela é muito bonita. A garota é muito parecida com a mãe, falecida há três anos. Para comprovar, deixei o retrato da minha querida Lucia, no colo da menina. Michele tinha dois 12 anos quando minha esposa foi atropelada. Era nossa única filha. Depois do choque da morte, veio o período de superação, o qual atravessamos muito bem, confiávamos muito um no outro. O seu primeiro aniversário sem a mãe foi o pior momento depois da tragédia. Encomendamos uma missa para Lúcia e choramos o dia inteiro. Não quis mais saber de outra mulher, nunca me acostumei com sua morte. Ah! Como queria ter morrido junto com ela, não teria que encarar todo este inferno! Começou uma semana depois do dia do aniversário da minha filha. Havia acabado de voltar do trabalho, minha casa estava toda apagada como de costume. Sentei-me na poltrona sem acender as luzes e acendi um cigarro. Liguei o rádio e, na estação, tocava a nossa música. A música que eu e Lúcia escutávamos! Falava de temas medíocres, como um amor não correspondido e traição. Mas a melodia era tão doce! Comecei então, a sentir o cheiro de sua pele, o toque de suas mãos; escutava seus passos, a sua voz! De repente escutei sua voz cantando no banheiro! Não era possível! A mesma música, a mesma voz! Ela não tinha morrido, estava apenas no banho! Cheguei à porta e comecei a escutar o doce som. A música parou depois de dois minutos e também a voz. A porta abriu e, o vapor do banheiro,trazia para mim o seu cheiro. Ah como eu fremia! A fumaça dissipou-se e estava pronto para agarrá-la em meus braços! Que sensação foi aquela? Medo? Susto? Somente fiquei paralisado! Toda a minha excitação sumiu junto com a fumaça! Era a minha filhinha! Era ela quem cantava a música e, sem entender nada, com a toalha envolta em seu corpo, cumprimentou-me com um beijo na bochecha e disse-me, rindo:

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Portal do Inferno



Escrito por: Romildo Lima

Algumas crianças Brincavam nas Proximidades de um sitio abandonado, localizado não muito distante da zona urbana, caçando pássaros com seus estilingues e colhendo frutas das arvores da redondeza, quando decidiram-se brincar na velha casa do Sitio. Derrepente os meninos saem da casa aos gritos de pavor, correndo entre as trilhas no mato circunvizinho que dava para fora daquela propriedade. Voltando para suas casas assustados e totalmente em choque contando a todos a cena que viram ali naquele casebre abandonado. Imediatamente alguns pais e curiosos resolveram invadir o velho sitio a fim de averiguar a historia dos garotos.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Conto de Terror: Sonho Tenso

Escrito por: Guilherme Cury

Assim que eu cheguei em casa tínhamos a noticia, não era preciso nenhuma palavra ser dita ou nenhum sinal ser feito, todos sabíamos do resultado da ida de Paula ao médico. Ela estava lá, sentada na sua cadeira como de costume, olhando pro céu e pensando na vida, aos prantos, tentando evitar todo o resto do mundo. Minha família inteira estava na sala, ainda com o papel do resultado na mão, sem saber o que dizer para alegrar Paula, e sabendo que não tinha nada a se fazer.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Relatos Reais Enviados Por Leitores



Histórias de Terror

Esses são alguns relatos de leitores que enviaram suas histórias. Não posso dizer se são verdade ou não, mas não deixam de ser bem interessante.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Demônio Refugiado

Historia de Terror

Enviado por: Terroromaniaco
Num dia escuro de Inverno, a neve caía torrencialmente, crianças brincavam fazendo bonecos de neve enquanto eu as apreciava, elas pareciam sorridentes e bastante felizes. Fiquei um pouco a apreciá-las, até que tive um pressentimento estranho, um pressentimento que me abalou e que me entristeceu, não conseguia explicar aquela sensação.

terça-feira, 13 de março de 2012

O Castelo Galli

Relato enviado por Conde della Loggia


Aviso a todos que essa é uma história real, não apenas “baseada em fatos reais”, é a narrativa pura a simples de um fato ocorrido há poucas décadas por membros de minha família, ou melhor, de minha Casa, pois sou um Nobre, sou o Conde della Loggia.

A história dos Galli, Condes della Loggia iniciou há muitos séculos na Europa Central, descendentes do Imperador Carlos Magno, com o passar das gerações tornaram-se uma das maiores Casas Feudais da Itália. Em 1798 o Conde Pietro Maria Gaetano Vincenzo Gaspare Galli della Loggia alia-se ao Imperador Napoleão Bonaparte, que torna-se Rei Napoleão I da Itália, em troca de governar o Piemonte em nome do Imperador-Rei.

Historias de Terror